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Como economizar combustível

Mesmo a moto sendo considerado um veículo econômico, deve-se saber utilizar para economizar ainda mais. Abaixo listamos algumas dicas infalíveis para isso.

– Evite ‘esquentar’ a moto antes de sair de casa, pois não há necessidade principalmente se sua moto tiver injeção eletrônica;

– A troca de marcha deve ser feita no momento certo. E se você sabe que há um semáforo no final da rua, talvez não seja necessário subir uma marcha para logo em seguida reduzir novamente.

– Em algumas estradas há muito vento contra, o que influencia bastante no consumo das motocicletas. Nesses casos não tente acelerar ainda mais. Abaixe-se para reduzir o arrasto aerodinâmico ou relaxe e curta a viagem em uma velocidade menor.

– Quando estiver parado, procure não acelerá-la. Tanto as acelerações como as freadas desnecessárias resultam em maior consumo e maior poluição ao meio ambiente. Também evite acelerar muito em subidas;

– Procure respeitar sua moto evitando as cargas em excesso. Se você não costuma carregar objetos constantemente, desmonte o baú, os alforjes laterais e até mesmo o bagageiro da moto;

– Pneus murchos tem maior área de contato com o solo, geram mais atrito e, consequentemente, fazem a moto gastar mais combustível;

– Substitua as velas, troque o óleo, filtro de ar e filtro de combustível. Leve sua moto a um mecânico de confiança e ajuste as válvulas periodicamente.

Pneus desgastados nem pensar

“Reaproveitar nem sempre é a melhor saída, pois mania de economia pode lhe levar à sala de traumatologia pense nisso”.

Considerado um dos componentes mais importantes por criar o atrito com o asfalto e dar estabilidade ao motociclista na pilotagem. Realizar as manutenções periódicas corretamente e ficar atento ao seu desgaste natural pode prolongar a vida útil do seu pneu. E quando for trocá-lo é importante sempre observar o tipo certo para a sua moto.

Pessoal, a primeira dica é: tudo vai depender do estilo de uso. Calibrar o pneu semanalmente, respeitando o limite específico do modelo, é fundamental. Pois um pneu murcho afeta tanto na dirigibilidade da motocicleta como no consumo de combustível.

E você sabe dizer qual à hora certa de trocar os pneus?

É bem simples. Basta fazer uma rápida inspeção visual. E, para ajudar, como o desgaste não ocorre por igual em toda a banda de rodagem, o pneu possui uma sigla lateral chamada TWI (Tread Wear Indicator), que indica o seu desgaste máximo. Se a altura do pneu alcançar esse nível, é hora de trocar.

Além disso, preste muita atenção nos sulcos que mantém a aderência do pneu na pista, principalmente em dias de chuva. Estes sulcos gastos fazem a moto perder a estabilidade em curvas e nas pistas molhadas ele pode derrepar, podendo causar acidentes.

Minha dica é: nem sempre reaproveitar o pneu é a melhor escolha, existe muita recauchutagem por aí que só Deus para proteger que usa essa tática, pense sempre na sua segurança que é o mais importante, afinal é sua vida que está em jogo, e não vai ser alguns reais a mais no seu bolso que vai mantê-lo seguro, a melhor escolha sempre é trocar o pneu por um novo.

Será que o velocímetro da minha moto está marcando a velocidade corretamente?

A marcação de velocidade apresentada pelos velocímetros das motos, via regra, não é precisa.

Isso decorre do sistema utilizada para medição que é baseado no giro de um cabo. Tal sistema está sujeito a problemas com o próprio cabo, bem como com alterações de características originais da moto, principalmente quando se mexe nas dimensões de rodas e pneus.

A diferença entre a velocidade apresentada pelo marcador e a velocidade real tende a aumentar conforme for maior a velocidade empregada pelo condutor.

Há algum tempo, foi feito um teste com alguns modelos de motos na Europa e se constatou que mesmo modelos de maior cilindrada e qualidade superior de fabricação não marcam a velocidade real, embora até chequem perto, em alguns modelos.

É aceitável uma diferença de aproximadamente 5% (para mais ou para menos) entre a velocidade marcada e a velocidade real desenvolvida por motos.

Minha vida numa moto: Tudo sobre capacetes.

Quando as motociclistas surgiram os capacetes usados nada tinham a ver com os que usarmos hoje. Eram gorros de couro e óculos usados por pilotos de caça das Guerras Mundiais. Logo depois, ficou claro que para andar seguro numa motocicleta teríamos que proteger a cabeça, pois segundo estudos é a parte que, sempre que toca o chão, gera sequelas que podem ser irreversíveis ou chegar ao óbito. O maior índice de pancadas ocorre na cabeça, ficando o queixo direito com 18% e o esquerdo com 15%. O lugar menos atingido é o topo da cabeça. Portanto, eu não recomendo capacetes abertos. Acidentes de moto podem gerar forças de até 100Gs. É o mesmo que sofre um carro de corrida ao bater numa parede a 300 km/h. A cabeça humana só suporta impactos de até 300Gs.

INMETRO – Marca do Organismo de Certificação Credenciado.

No Brasil, o uso do capacete é obrigatório e o disposto no inciso I dos artigos 54 e 55 e os incisos I e II do artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro, disposto na Resolução 203 de 29 de Setembro de 2006, determina que é obrigatório, para circular nas vias públicas, o uso de capacete pelo condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado. Tem de estar devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior e estar certificado por organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO, de acordo com o regulamento de avaliação de conformidade, por ele aprovado. Para fiscalização do cumprimento desta Resolução, as autoridades de trânsito ou seus agentes devem observar a aposição, nas partes traseiras e laterais do capacete de dispositivos refletivo de segurança (fita reflexiva) e do selo de identificação de certificação regulamentando pelo INMETRO, ou a existência de etiqueta interna, comprovando a certificação do produto nos termos do s 2 do artigo 1 e do Anexo da Resolução. O condutor e o passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadricilo motorizado, para circular na via pública, deverão utilizar capacete com viseira, ou, na ausência desta, óculos de proteção. Entende-se por óculos de proteção aqueles que permitem ao usuários a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol. É proibido o uso de óculos de sol, óculos corretivos ou de segurança do trabalho (EPI) em substituição aos óculos de proteção de que trará esta Resolução. Quando o veículo (moto, triciclo ou quadricilo) estiver em circulação, a viseira ou óculos proteção deverão estar posicionados de forma a dar proteção total aos olhos. À noite é obrigatório o uso de viseira no padrão cristal(supertransparente). É proibido colocar película na viseira do capacete e nos óculos de proteção. Se você está fora da Resolução, é multa na certa!

Como eu escolho meu capacete?

Não uso capacetes abertos. Na minha vida numa moto eu uso hoje três tipos de capacetes. O articulado é um Nolan usado para viagem. Ele possui um excelente conforto; ótima aerodinâmica (há um estabilizador no topo que serve também como entrada de ar, o que reduz bastante os efeitos da turbulência provocados pelos caminhões, quando estamos atrás deles; bom isolamento acústico; viseiras mais grossas com travas de segurança; óculos escuros retráteis como sobreviseira contra o excesso de luminosidade e a mesma flexibilidade que permite, por exemplo, tomar água sem ter que tirar o capacete.

Seu ciclomotor não é um trator

Um usuário de ciclomotor bem orientado às questões de segurança no transito  é com o ensinamento de dicas importantes como a postura a se ter no ciclomotor, os equipamentos de proteção para piloto e garupa, além das normas de segurança relacionadas com a bagagem.

Para começar, é necessário atenção antes mesmo de ligar seu ciclomotor Devido às características de cada modelo e às suas diferentes reações ao peso extra do garupa, é preciso seguir às recomendações sobre os limites de acordo com o Manual do Proprietário.

É fundamental facilitar a visualização de outros motoristas com o uso de equipamentos de segurança. No caso de um garupa iniciante, é importante que o piloto reserve alguns minutos para destacar certas peculiaridades da condução de um ciclomotor.

Já no momento da frenagem, quando o corpo do garupa é projetado para frente, é necessário que o mesmo pressione suas pernas no quadril do piloto, para que este não sofra a transferência de peso e perca o equilíbrio.

Na questão do bagageiro, o usuário deve evitar o excesso de peso na bagagem para não comprometer sua segurança. Assim, os pertences podem ser acomodados no banco em uma mochila ou baú, presa por aranhas apropriadas, junto ao motociclista. Ou ainda, nas costas do piloto ou do garupa. Uma sugestão: embalar documentos pessoais ou do ciclomotor em sacos plásticos para evitar que molhem em caso de chuva.

Independente da sua marca, na compra de um ciclomotor, o mesmo vem junto com seu manual de instruções, siga o mesmo em suas orientações, lembre-se, exerço de carga ou de garupas além de ir de encontro às leis de transito, põem em risco sua vida e a de outras pessoas que se tornaram suas.

Seja um Piloto Consciente

Sinalize suas intenções usando as luzes indicadoras de direção e, antes de efetuar manobras, olhe para os dois lados e pelos espelhos retrovisores.
Se a pista estiver molhada, lembre-se de que a distância e o tempo necessários para frear o seu veículo aumentam.
O é o equipamento de segurança de maior importância para o usuário de ciclomotor e o passageiro. A viseira deve ser mantida abaixada e trocada sempre que tiver arranhada.
Dê prioridade aos pedestres mesmo fora da faixa.
Nunca consuma bebida alcoólica se for pilotar.

Dicas e informações sobre manutenção

O ideal é fazer uma inspeção diária no ciclomotor, logo pela manhã: verificar se há folga na embreagem ou nos freios dianteiro e traseiro, o nível de combustível, de óleo do freio e do motor e bateria.
Também é importante prestar atenção à folga e à lubrificação da corrente de transmissão, a pressão e o estado dos pneus, o funcionamento da lanterna, da luz de freio, dos piscas, do farol e da Buzina.
Se este inspeção diária não for possível, a dica é fazê-la toda vez que parar em um posto para abastecer.

Como deve ser a postura na pilotagem.

Pilotar um ciclomotor – especialmente por um tempo mais prolongado – pode causar alguns sintomas desagradáveis como dores nas costas e nos joelhos, por exemplo. Para não sentir o corpo doído e pesado, mantenha a postura e prestar atenção a cada parte do corpo:

Costas: posição reta, nunca arqueada;
Cabeça: precisa ser mantida alta e os ombros relaxados;
Mãos: devem pegar a manoplas bem no centro e os punhos devem ficar mais baixos do que as mãos;
Joelhos: devem ficar encostados no tanque de combustível ou um joelho no outro, nas motonetas;
Pés: devem ficar paralelos ao solo, com o salto do sapato encaixado nas pedaleiras e a ponta do pé direito sobre o pedal do freio traseiro.
Você também deve ficar ligado aos equipamentos de segurança. Em primeiro lugar: capacete é o equipamento que mais evita problemas graves nos acidente com ciclomotores.
Luvas, botas ou calçado fechado e forte, calça com tecido resistente, jaqueta em cores claras e vivas. Tudo para ficar muito mais seguro.

Cuidados com sua saúde

No espaço público você nunca está sozinho! Por isso, veja os outros e faça o possível para ser visto.

Para ver e ser visto é preciso:

Manter o farol do ciclomotor sempre acesso: de dia e à noite.
Manter distância dos veículos à frente e ao lado do ciclomotor.
Tome muito cuidado também com os pedestres. Um pedestre é uma pessoa; uma pessoa sem qualquer proteção. Por isso, qualquer batida de um ciclomotor pode ser fatal para o pedestre.
Outro cuidado fundamental é com o passageiro do ciclomotor. E lembre-se sempre que seu passageiro deve estar tão seguro quanto você. Portanto: capacete e roupas apropriadas para ele também. No trânsito, o respeito às outras pessoas é fundamental.

Dicas com equipamentos de segurança

Lembre-se que o capacete é o item de segurança mais importante para os motociclistas.
capacete
O capacete deve estar em todas as ocasiões devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate. Portanto, se o seu capacete estiver desafivelado, é como se você estivesse sem capacete, pois não há qualquer segurança.
Viseira ou óculos de proteção, pois permitem o uso simultâneo de óculos corretivos ou de sol.
Adesivos retrorrefletivos na parte frontal, lateral e traseira;Selo holográfico do Inmetro.
Mas, atenção: o uso dos adesivos retro refletivos é obrigatório. E tem mais: os capacete.
A lei determina que em circulação todos os ciclomotores devam estar com a viseira ou óculos de proteção devidamente posicionados de forma a dar proteção total aos olhos. Assim, sua viseira deverá estar sempre totalmente abaixada.
O CONTRAM estabelece que a viseira possa ser no padrão cristal, fumê, light e metalizada para uso diurno. Já para uso noturno somente a de padrão cristal.

Para o capacete, não há validade. Entretanto, o CONTRAM determina que, ao parar o ciclomotor, para fiscalização, o agente de trânsito observe o estado geral do capacete foi fabricado antes de agosto de 2007, você está desobrigado de tal exigência.
Como dito anteriormente, a exigência quanto ao uso do selo holográfico do Inmetro ou etiqueta interna, só se aplica aos capacete.

E capacete do tipo “coquinho”, nem pensar! Ele não protege a região temporal e seu uso é totalmente proibido.

Como fazer a higienização do capacete

Faça a limpeza do forro de seu capacete com maior frequência.
A cola deixada por adesivos no casco do capacete também se torna foco de bactérias.
Capacete com interior sujo não só pode deixá-lo doente como pode tornar a cura muito mais demorada.
Veja bem onde você apoia seu capacete, afinal o tampo de uma mesa de restaurante ou um banco de praça podem ter inúmeros tipos de bactérias.
Seja por conta da chuva ou do suor de sua cabeça, a umidade no interior do capacete só ajuda a proliferar bactérias. Por isso, quando não estiver sendo utilizado, deixe-o com a “boca” para cima.
Lembre-se, capacete é como uma roupa íntima, precisa ser higienizada. Você já se imaginou utilizando a mesma cueca por meses?